SOM NA CAIXA

fone2

Um assunto polêmico na corrida de rua é o uso da música em treinos e provas.

Conheço gente importante que defende e outros que atacam os  fones durante a atividade.

Eu já fui mais fã, utilizei bem a música nos meus treinos. Principalmente aqueles na esteira da academia ou os longos solitários.

A rodagem fica mais confortável com algumas guitarras e batidas vigorosas, mas nos treinos intensos é praticamente impossível curtir o som. Nessas horas é preciso atenção total no gesto esportivo. Para mim é assim.

Atualmente uso o tocador apenas na musculação. E mesmo assim vivo me controlando para não perder a concentração na hora da força.

A ciência já comprovou que ouvir música na hora do exercício pode aumentar em até vinte por cento o rendimento da prática, por isso algumas provas ao redor do planeta proíbem o uso do estímulo sonoro.

E música é parte importante e fundamental do Fôlego, o programa de corrida de rua que comando na Rádio Bandeirantes todos os domingos às 8h30 da manhã.

Meu companheiro de apresentação é o Sérgio Patrick, que além de corredor tem ótimo gosto musical. Juntamos minha paixão por jazz e blues com a adoração dele por rock and roll e mais algumas pitadas de pop do nosso time de produção. O resultado disso é um acervo musical rico e estimulante para quem gosta de bons sons.

No link abaixo você pode conferir o playlist do Fôlego dos últimos cinco anos, relações feitas por mim e pelo Patrick e com muita colaboração dos ouvintes também.

Para quem gosta de correr ouvindo música é diversão garantida!

E você, se mexe com fone no ouvido? Qual é o som que te motiva?

http://radiobandeirantes.band.uol.com.br/sobre.asp?PDT=15&ID=49

Coma bem, corra bem, viva bem!

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14 Respostas para “SOM NA CAIXA

  1. Salve, Capriotti!

    Eu corro ouvindo rock n’ roll. É um vício escutar música tanto quanto correr. Realmente, a utilização da música é estímulo a melhora do rendimento no treino e nas provas em que podemos utilizá-lo, mas, um contraponto disso pode ser o aumento da frequência cardíaca além do normal se comparado a sua não utilização durante o exercício.

    Parabéns pela postagem. Uma grande semana. Abraços.

  2. Olha me vi no seu post. E por mais que exista pró e contras entendo que seja um processo de transformaçao de hábitos, muito semelhante a comer uma feijoada no almoço e anoite vc ter um treino de tiros… Com certeza nao vai render. Com o tempo precisamos encaixar a alimentacao O fone e a música começou a “sobrar” no treino pois Era mais um item a me preocupar. Com o passar do tempo vamos aprendendo o que comer e que nao afeta o treino e assim serve para td que relaciona-se com o nosso treino ou prova. Enfim é um processo de mudança e reflexão que só leva ao crescimento.

  3. Capriotti, estava eu em meu treino no sábado na USP quando próximo ao cavalo vejo um pelotão descendo com uma Pickup e quando cruzo este pelotão vejo que é você quem está em sena.
    Seria alguma reportagem ou filmagem para algum programa ?

    Sei que é uma pessoa muito ocupada, mais poderia alimentar mais este seu blog com matérias diárias e também com promoções aos leitores.

    Abçs .

  4. Grande Capriotti. Eu vou tb te Rock e MPB (evangelicos), tenho que correr com a musica para nao escutar minha respiracao. Parece muito tonto, mas me canso escutando minha propria respiracao. As vezes saio para correr de manha aqui onde moro na argentina e vou sem nada (gps/fones/monitor) para curtir o som da natureza. É sensacional (quando temos que fazer este treino regenerativo)… abracos!

  5. Eu ADORO correr ouvindo música. Não tem como ser diferente.
    Ou ouvindo a Rádio Bandeirantes.

  6. Eu sou mono, não consigo, já tentei e não teve jeito, prefiro ouvir as bandas que tocam nas grandes provas, você passa e por alguns segundos curti a música e em seguida encaixa e foco na prova!!!

  7. Música é bom, né? Só não pode causar acidente. Às vezes acontece, você fica muito distraído e pimba! Pra quem corre ultras, ajuda também a desviar o foco da dor. Nesse caso nem é tanto o ritmo, mas o tirar a atenção do cérebro para as inevitáveis dores. Música analgésica, que pode ser um AC/DC, um britpop, um Pixies, um hard rock bem farofão… nessas horas, confesso que prefiro algo que já conheça, bem confortável, pra mente automatizar tudo.

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